Escola de Educação Especial

Oferece o seguinte nível de ensino:

Ensino Fundamental:

Fase 1:
Escolarização Inicial: atendimento de alunos com Deficiência Intelectual, Múltipla e/ou Transtorno Global do desenvolvimento (associado à Deficiência Intelectual), que necessitam de apoio pervasivo, com idade entre 06 anos e 14 anos e 11 meses.

Fase 2 :
Programa Socioeducacional: atendimento de alunos com Deficiência Intelectual, Múltipla e/ou Transtorno Global do desenvolvimento (associado a Deficiência Intelectual), que necessitam de apoio pervasivo, com idade entre 15 e 30 anos.

Além dos professores docentes de classe, os alunos recebem atendimento de professores especialistas nas áreas de Educação Artística, Música, Informática e Educação Física.

A Escola oferece ainda serviços de apoio especializado através de uma equipe interdisciplinar nas áreas de: Psicologia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Enfermagem, Nutrição, Fisioterapia e Assistência Social.

Programas Educacionais desenvolvidos:
• Programa Academia e Qualidade de Vida;
• Programa Arte e Música na Escola;
• Programa de Apoio Pedagógico;
• Programa Fazendo Artesanato na Escola;
• Programa Horta na Escola;
• Programa Informática;
• Programa Nosso Lar – Casa Terapêutica.

Centro de Preparação para o Trabalho

É uma extensão da Escola de Educação Especial.O objetivo é proporcionar aos alunos atividades compatíveis com suas necessidades e interesses, visando sua preparação para ingressarem no mercado de trabalho.

Ambulatório

Serviço Ambulatorial

Atendimento clínico especializado para diagnósticos de: deficiência mental, paralisia cerebral, síndromes diversas de causa neurológica. Conta com uma equipe interdisciplinar nos setores de Neurologia, Serviço Social, Odontologia, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Nutrição, Psicologia, Psicopedagogia, Hidroterapia e Enfermagem.

Programas Ambulatoriais

1. Programa Atendimento Clínico
Atendimento clínico neurológico para avaliação e definição do tratamento de reabilitação na instituição, realizada pelo setor de Neurologia.

2. Programa Seja Bem Vindo
Faz a integração dos trabalhos entre a equipe interdisciplinar e a família do usuário, bem como informa e orienta sobre sua participação e responsabilidade em todo o processo de reabilitação.

3. Programa de Estimulação Essencial
Atividades terapêuticas para usuários de 0 a 3 anos e 11 meses, visando alcançar pleno desenvolvimento no processo evolutivo. Atende usuários com objetivo de estimular o seu desenvolvimento neuropsicomotor.

4. Programa de Atendimento Clínico Ambulatorial
Atendimento interdisciplinar que visa melhorar a qualidade de vida a usuários portadores de deficiências de causa neurológica e transtornos globais do desenvolvimento.

5. Programa de Atendimento Odontológico
Oferecer atendimento básico a todos os usuários do Ambulatório e/ou alunos da Escola de Educação Especial da APAE, bem como, prevenir a instalação de doenças bucais.

6. Programa Saúde Bucal do Cuidador
Atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade social oferecendo atendimento odontológico básico a elas.

7. Hidroterapia
Atividades em piscina aquecida como recurso no tratamento fisioterapêutico de diversas patologias neurológicas.

8. Programa de Disfagia
Atendimento de usuários com dificuldades no processo de deglutição. O programa visa à melhoria da qualidade de vida.

9. Programa de Apoio Psicopedagógico
Atendimento clínico para usuários que frequentam a escola regular. O objetivo é auxiliar no processo de aprendizagem.

10. Programa de Adequação Postural
Consiste na prescrição de cadeiras de rodas/banho bem como as adaptações de acordo com as necessidades específicas do usuário.

11. Programa de Integração Sensorial
Proporciona ao usuário estímulos sensoriais para a promoção de um bom desempenho motor e emocional com o meio ambiente.

12. Programa de Bandagem Terapêutica – Terapy Taping
É um método terapêutico complementar a terapêutica tradicional que utiliza uma bandagem elástica e adesiva para gerar estímulos somatossensoriais e assim melhorar o desenvolvimento neuropsicomotor do usuário.

13. Programa de Atendimento Nutricional
Tem como foco os usuários com carências nutricionais e/ou comorbidades relacionadas a alimentação.

14. Programa de Acupuntura
É um programa que através de uma avaliação energética auxilia os outros setores, pois encontra fatores causais que trazem desequilíbrio e ocasionam comportamentos indesejáveis dos usuários.

15. Enfermagem
Os atendimentos de enfermagem visam planejar, organizar e elaborar os procedimentos operacionais padrão e promover o bem estar da pessoa com deficiência, a fim de melhorar a sua qualidade de vida.

16. Oficina Terapêutica
Atividades de expressão, criação, comunicação, motivação que atuam nos âmbitos emocional, cognitivo e de auto estima. O objetivo é alcançar o máximo grau de autonomia, independência funcional e ocupacional.

Programas Educacionais

Programa Informática

O computador é um dos meios mais rápidos de se ter uma cultura atualizada e, portanto, é um veículo necessário a integração do ser humano nos tempos atuais. A informática é uma ferramenta que trabalha a cognição e, é através desta ferramenta que temos o propósito de buscar um melhor desenvolvimento cognitivo e sócio-afetivo de crianças e adolescentes com necessidades especiais. A informática é um recurso adicional em todo o trabalho desenvolvido na escola de educação especial.

Objetivo geral
Através dos recursos computacionais, promover o desenvolvimento das potencialidades cognitivas dos alunos, tornando-os sujeitos do seu processo de aprendizagem e da construção de seus conhecimentos, capacitando-os a uma interação com as pessoas e realidade que os cercam.

Objetivos específicos
• Proporcionar a descoberta do mundo na era digital;
• Estimular fala e linguagem;
• Motivar e estimular o uso da informática como ferramenta que possa desenvolver atividades didáticas auxiliando no ensino da aprendizagem;
• Estimular a memória;
• Estimular a percepção áudio visual para motivação e aprendizagem;
• Mais um recurso pedagógico na proposta curricular.

Metodologia
Programas computacionais como jogos de memória, atenção e construção, atividades matemáticas, simulações, desenhos com animação gráfica, som e imagem, proporcionam ao aluno explorar novos conhecimentos. As aulas de informática têm duração de 30 minutos e acontecem duas vezes por semana. A APAE mantém parceria com o Programa “FIEC e a Comunidade” desde maio/2007, onde estagiários do Curso de Informática da FIEC ministram aulas junto com os professores da APAE.

Resultados Esperados
• Melhoria do processo de ensino – aprendizagem, possibilitando ao educando o acesso a inclusão digital;
• Melhor desenvolvimento da memória visual e auditiva com utilização de jogos de memória, atenção e concentração, simuladores, desenhos com animação gráfica e som;
• Melhoria e desenvolvimento através da exploração de novos conhecimentos.

Programa Artesanato “Fazendo arte na escola”

Objetivo geral
Proporcionar o aprendizado artesanal. Em nossas oficinas os alunos manejam a matéria prima e as ferramentas com o objetivo de produzirem peças de função utilitária ou decorativa.

Objetivos específicos
Possibilitar a prática de coordenação motora, estimulando a percepção de formas, tamanhos, cores e texturas.

Metodologia
O artesanato é direcionado de forma simples, adequando-se ao aluno de acordo com suas dificuldades. São utilizadas ferramentas e matérias-primas específicas:

Ferramentas:
• Moldes (silicone e vazado);
• Rolinhos;
• Astecas (pequenas ferramentas rígidas de plástico, porém não cortantes);
• Extrusora;
• Lixas;
• Pincéis;
• Estêncil;
• Pistola de cola quente;
• Secador de cabelo;
• Fita métrica;
• Fita crepe.

Matérias-primas:
• Tintas (PVA, óleo, acrílica, guache);
• Madeira (MDF);
• Massa de biscuit (composta por cola branca, amido de milho, vaselina líquida, limão e creme hidratante);
• Reciclados (latas, vidros, coador de papel, garrafas pet, etc.);
• Doações de materiais diversos para artesanato (miçanga, lantejoula, fitas, arames, caixas de madeira, vários objetos para restauração, etc.).

Técnicas de finalização e acabamento
São utilizadas diversas técnicas para que o aluno conheça as diferentes formas em acabamento e finalização, desenvolvendo a criatividade e a percepção.

• Em madeira: patina imitação de couro, diferentes formas de pintura e textura, colagem com elementos entre outras;
• Biscuit: são aplicadas peças decorativas;
• Pinturas em tecido.

Avaliação/Conclusão
Diante das dificuldades apresentadas pelos alunos durante a realização dos trabalhos, são incluídas técnicas suplementares que possam agregar estratégias para facilitar a execução. Todas as peças são expostas em diversas feiras e nas reuniões de mães.

Programa Música na Escola (musicalização)

Apresentação
A música está presente na história de todos os povos e civilizações. É praticamente impossível encontrar uma pessoa que não goste de ouvir, cantar ou dançar. Desde a mais tenra idade vivenciamos experiências ouvindo e cantando com os mais diversos fins. Assim, é patente em todas as esferas de nossa sociedade que a Música tem um papel primordial como forma de lazer e socialização, pois ela cria e reforça laços sociais e vínculos afetivos. Além disso, a Música exerce um relevante papel na formação cultural das pessoas, por meio do repasse de ideias, informações e conceitos, servindo para o aprimoramento do aprendizado. Sabendo que a Música, em suas diferentes formas de expressão, faz parte do cotidiano de nossos alunos e é vista por eles como uma atividade prazerosa, elaboramos uma proposta de trabalho inserindo a Música em nossos programas educacionais, visando melhorar o aprendizado e tormar a arte mais próxima de nossos alunos.

Justificativa
Musicalização, em termos específicos, é tornar um indivíduo sensível e receptivo ao fenômeno sonoro, promovendo nele, ao mesmo tempo, respostas de índole musical. Em termos práticos, é a pré-escola da música. É a música agindo pela música. Com a reunião e o desenvolvimento dos métodos é que buscamos atender musicalmente as vivências das crianças, através de sua participação criadora. Pelo aproveitamento desse dom é que se consegue ingressá-las não só na atividade musical, e na forma de expressão, mas também na aprendizagem musical de aquisição de conhecimentos básicos. Efetua-se dessa forma, a musicalização através da atividade intuitiva, que cria um estado mental intelectual favorável à aquisição de conhecimentos musicais. O desenvolvimento da musicalidade nas crianças deve estar em conformidade com sua vivência musical e com os métodos utilizados. A musicalização, por si só, já se inicia no lar, com a oferta de ferramentas à criança para que ela descubra os sons e seu universo (discos, canções, instrumentos, objetos sonoros variados, gravuras relacionadas, etc). Na escola, no entanto, deverá se realizar o direcionamento deste interesse para o desenvolvimento de outros aspectos ligados à criança (criatividade, coordenação motora, lateralidade, lógica, estética, etc).

Objetivo Geral
Promover a Escola como espaço de educação integral da comunidade onde faz parte, em prol do desenvolvimento da sensibilidade e criatividade humanas por meio do contato com a linguagem artístico-musical, visando a formação do cidadão.

Objetivos específicos
• Desenvolver a percepção auditiva e a memória musical;
• Possibilitar que os alunos aprendam a utilizar e cuidar da voz como meio de expressão e comunicação musical;
• Estimular a pesquisa, exploração, composição e interpretação de sons de diversas naturezas e procedências;
• Conhecer usos e funções da Música produzida em diferentes épocas e por sociedades distintas;
• Conhecer, apreciar e adotar atitudes de respeito diante da variedade de manifestações musicais do Brasil e do mundo;
• Criar oportunidades de cultura e lazer para os estudantes;
• Criar vínculos entre a Música produzida na Escola às veiculadas pela mídia e as que são produzidas localmente em nosso município e região.
• Ter contato com música popular brasileira;
• Ter contato com músicas infantis;
• Ter contato com música clássica;
• Reconhecer instrumentos;
• Identificar sons;
• Confeccionar alguns instrumentos musicais, com sucatas, a serem utilizados em aula;
• Desenvolver habilidades como: socialização, expressividade e percepção sonora.

Estratégias
• Cantar e dançar (utilização de fantoches, desenhos, vídeos);
• Músicas trabalhadas na musicalização são associadas com trabalhos em sala de aula;
• Manuseio de instrumentos musicais.

Avaliação
A avaliação deste Programa ocorre em todas as fases através da observação do interesse, participação e realização das atividades.

Programa Melhorando a Qualidade de vida

Introdução
Todos nós sabemos como cuidar da nossa higiene pessoal, porém pequenos detalhes podem aumentar nossa vulnerabilidade a diversas doenças. A higiene pessoal envolve a higiene bucal, corporal e genital e atitudes simples como lavar as mãos, escovar bem os dentes, usar certos tipos de roupas, tomar banho, etc. Quando o aluno percebe que estes hábitos o ajudam a viver melhor ele sente-se motivado a adotá-los. Isso faz com que o educador seja o mediador entre aluno/família, renovando e incentivando o interesse em se praticar corretamente os hábitos de higiene. A partir de meados dos anos 80, a demanda por trabalhos na área da sexualidade nas escolas aumentou em virtude da preocupação dos educadores com o grande crescimento da incidência de gravidez indesejada entre as adolescentes e com o risco da infecção pelo HIV (vírus da Aids) entre os jovens. Antes, acreditava-se que as famílias apresentavam resistência à abordagem dessas questões no âmbito escolar, mas atualmente sabe-se que os pais reivindicam a orientação sexual nas escolas, pois reconhecem não só a sua importância para crianças e jovens, como também a dificuldade de falar abertamente sobre o assunto em casa (Chaves; et al.,2004). Segundo Maria Luíza Silveira Teles “Os profissionais encarregados de educação sexual na escola devem ter autenticidade, empatia e respeito. Se o lar está falhando neste campo, cabe à escola preencher lacunas de informações, erradicar preconceitos e possibilitar as discussões das emoções e valores” (TELES, 1992).

Apresentação
O programa consiste em um trabalho contínuo, buscando a integração da Escola e Família, no sentido de conscientização dos hábitos de higiene e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

Justificativa
O Programa “Melhorando a Qualidade de Vida” é uma proposta que possibilita e garante uma aprendizagem efetiva e transformadora de atitudes e hábitos de vida dos alunos da APAE Indaiatuba. Ao educar para a saúde e para a higiene, de forma contextualizada e sistemática, nós profissionais, contribuímos de forma decisiva na formação de cidadãos capazes de atuar em favor da melhoria dos níveis de saúde pessoal e da coletividade. Tratar de higiene e saúde tem sido um desafio para a educação, no que se refere à possibilidade de garantir uma aprendizagem efetiva e transformadora de atitudes e hábitos desses alunos. As experiências mostram que transmitir informações a respeito do funcionamento do corpo e descrição das características das doenças, bem como um elenco de hábitos de higiene, não é suficiente para que os alunos desenvolvam atitudes de vida saudável. É necessário educar para a saúde, levando em conta todos os aspectos envolvidos na formação de hábitos e atitudes de cada indivíduo que acontecem no dia-a-dia da escola.

Objetivo Geral
O objetivo principal do Programa Melhorando a Qualidade de Vida é conscientizar os alunos para o direito à saúde, sensibilizá-los para a busca permanente da compreensão de seus determinantes e capacitá-los para a utilização de medidas práticas de promoção, proteção e recuperação da saúde.

Objetivos Específicos
• Levar o aluno a perceber a necessidade de adquirir bons hábitos de higiene;
• Identificar doenças causadas por falta de higiene;
• Discutir as formas de higiene corporal, bucal, etc;
• Estimular para a prática correta de tomar banho, cortar unhas e cabelos;
• Adotar hábitos de autocuidado, respeitando as possibilidades e limites do próprio corpo;
• Proporcionar uma melhoria na vida cotidiana com higiene e proteção individual e familiar;
• Conscientizar sobre a importância do uso de preservativos na relação sexual.

Metodologia
É realizada uma palestra trimestral com os alunos, enfocando sempre a prática de higiene pessoal e do ambiente. O tema educação sexual é alternativo e é abordado conforme as dúvidas dos próprios alunos.

Funções aplicáveis ao profissional de Enfermagem
Assistência na escola e ambulatório de acordo com as atribuições próprias. Por exemplo: planejamento, organização, coordenação, execução e avaliação dos serviços de assistências.

Atividades específicas da Enfermagem
• Responsável por planejar e organizar o setor de enfermagem, elaboração de Procedimentos Operacional Padrão (POPs) e registros de Enfermagem;
• Assistência integral aos alunos;
• Recepção dos alunos;
• Auxílio aos alunos durante a refeição (risco de engasgo/convulsão/queda)
• Atendimento dos usuários no Ambulatório;
• Administração de medicamento via oral;
• Educação permanente de alunos, pacientes hipertensos e diabéticos (ambulatório/escola), educação sexual, higiene pessoal e do ambiente;
• Avaliação em consulta de enfermagem (Sistematização da Assistência de Enfermagem);
• Orientação aos pais em relação à saúde dos alunos (individual);
• Acompanhamento dos alunos na consulta médica e odontológica;
• Realização de curativos;
• Avaliação diária dos cadeirantes
Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais
Federação Nacional das Apaes
Federação das Apaes do Estado de SP
Apae Indaiatuba/SP
CNPJ 48.175.871/0001-72
Alamenda da Criança, 100
Vila Vitória I
Indaiatuba – SP
13338-020
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